Internacionalização, Hospitalidade, Ideologia
Internacionalização, Hospitalidade, Ideologia
Na contemporaneidade, o vocábulo mobilidade é metamórfico, múltiplo e sincrético. Esse complexo e intensificado trânsito migratório gera contatos superdiversos, que se refazem na teia social e representam um desafio discursivo a partir da inter-relação daqueles que participam desse processo. Imbricados nesse fluxo de instabilidades do outro e do nós, encontram-se os programas de internacionalização acadêmica. Tais programas são regidos por políticas públicas, educacionais, institucionais e linguísticas, além de guardar relação direta com a globalização moderna. Todos juntos compõem uma gramática própria que é pensada, nesta obra, pela arquitetura do construto ideologia e pelas lentes da plataforma de hospitalidade derridiana. Espero que o desenho deste ensaio possa contribuir para novas discussões sobre essa temática.
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Rubens Lacerda de Sá
Pesquisador do Educational Research Centre da Hamk University of Applied Sciences, Finlândia (HAMK) e do Departamento de Português da Escola Superior de Educação do Instituto Politécnico de Bragança, Portugal (IPB). Docente permanente no Programa de Pós-Graduação em Educação e Saúde da Universidade Federal de São Paulo (UNIFESP). Docente e coordenador do Departamento de Letras do Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia de São Paulo (IFSP). Afiliado ao Centro Latino-Americano de Estudos em Cultura (CLAEC), à Associação Internacional de Linguística do Português (AILP) e à Asociación de Estudios sobre Discurso y Sociedad (EDiSo). Pós-doutorado em Educação e Saúde (UNIFESP), Doutorado em Linguística Aplicada (UNICAMP), Mestrado em Linguística (UnB), Especialização no Ensino de Línguas para Fins Específicos (UFMT) e Graduação em Letras (UCCB). Líder do Grupo de Pesquisa Interdisciplinar em Estudos de Linguagem (GIEL/CNPq). Interesses de pesquisa: Filosofia da Migração, Práxis Anticolonial, Discurso, Linguagem e Educação, TDICs, Educação e Saúde. Site pessoal – https://www.rubens.pro.br
A metáfora: The Matrix
A quase-fotografia: por uma ensaio sem amarras
Primeira cena: Internacionalização
Tomada 1 – Globalização
Tomada 2 – Gramática
Segunda cena: Ideologia
Arqueologia do construto ideologia
Terceita cena: Hospitalidade
Tomada 1 – Emancipação
Tomada 2 – Por um protocolo internacionalizador
Referências
Sobre o autor